Oi, eu sou o Orangotango que desfila por Porto Alegre. Os blogueiros mais antenados e fiéis poderão acompanhar parte das investigações que faço em meio aos humanos. Quem quiser que comente aqui ou pessoalmente - será que tenho permissão para usar este advérbio?
(...)
Pessoalmente me diverti bastante ao passear por Porto Alegre. Visitei, sábado, o Brique da Redenção, o Parque Farroupilha (ou Redenção), caminhei pelo Centro, por toda a Rua da Praia, até encontrar uma praia, com uma grande chaminé. Os porto-alegrenses a chamam de Usina do Gasômetro, pois, além da chaminé, há um edíficio grande que já produziu energia para a cidade. Havia uma enorme âncora no gramado da Usina do Gasômetro, sentei-me por um momento para descansar por ali - os elos da corrente eram absurdamente pesados.
Deixando de lado o vocabulário Meu querido diário turístico, me aventurei pela noite da cidade! Um pouco porque me via como turista, outro tanto porque precisava encontrar um lugar legal pra mim dançar e me escabelar. Rodei por dois lugares que têm o nome Beco: primeiro fui ao Porão do Beco e pratiquei um pouco de pole dancing, que aprendi com minha orangotanga. Logo, dei uma banda, joguei sinuca, depois fiquei rateando na frente do outro Beco, Cabaret do Beco. Enquanto a fila não andava no Cabaret, tive a oportunidade de encontrar quatro amigas humanas, Bê, Tânia, Alice e Linda. Fomos a um boteco chamado Bambu's, que deve significar dos bambas em inglês. Pensei que eu estivesse em Camden Town! Lastimo que a diversidade que me fascinou também representava uma trincheira entre tribos - afaste-se de mim, não sou um igual - parecia ser a sentença das pessoas.
Ah, sim, fui deveras molestado... francamente, seres humanos, meu! Talvez uma vaga dentro de uma jaula no Pampa Safari fosse menos ultrajante. Puxaram meu pêlo, beliscaram minha face, uns caras tri atrevidos arrancaram o boné que ganhei de uns amigos - Ainda orangotangos estampado em vermelho! Tive que revidar, e arranquei a toca de lã que o metaleiro usava, hehehe! Uma guria louca (menor delinqüente) queria puxar a minha pele como se eu estivesse com máscara - tri estúpida!
Entrei no Cabaret do Beco e dancei hits dos anos 90. Fiquei na cabiine dos DJs, gente fina eles! Uma galera perguntou se eu aceitava tirar fotos com eles - claro!
Terminei minha noite na Balonê, conheci a door woman, que tem um nome tóxico - Cicuta - e fui coversar com as DJs, Taís Scherer e Adriana Banana. Elas me convidaram para outras festas e descobri que o meu aniversário coincide com o aniversário da Balonê, genial!
Conclusão do relatório da noite porto-alegrense:
Não pude me certificar totalmente se o som e a gente eram mesmo legais, se a ceva era barata (não tomo cerveja)... Percebi, sozinho pelas ruas, tipo assim, que as pessoas são mesmo a fudê, loucas e super chapadas - do caralho! Elas adoram beber, falar e tomar Beatles com Sid Barret... é fácil encontrar um lugar legal pra dançar e escabelar a macaca - desde que tenha humanos!
P.s.: quando um humano macho diz: tenho uma banana guardada aqui pra ti - o que quer dizer exatamente? Muitos humanos machos afirmaram isso, com pequenas variações da frase. Quem puder, me esclareça, por favor!
(...)
Pessoalmente me diverti bastante ao passear por Porto Alegre. Visitei, sábado, o Brique da Redenção, o Parque Farroupilha (ou Redenção), caminhei pelo Centro, por toda a Rua da Praia, até encontrar uma praia, com uma grande chaminé. Os porto-alegrenses a chamam de Usina do Gasômetro, pois, além da chaminé, há um edíficio grande que já produziu energia para a cidade. Havia uma enorme âncora no gramado da Usina do Gasômetro, sentei-me por um momento para descansar por ali - os elos da corrente eram absurdamente pesados.
Deixando de lado o vocabulário Meu querido diário turístico, me aventurei pela noite da cidade! Um pouco porque me via como turista, outro tanto porque precisava encontrar um lugar legal pra mim dançar e me escabelar. Rodei por dois lugares que têm o nome Beco: primeiro fui ao Porão do Beco e pratiquei um pouco de pole dancing, que aprendi com minha orangotanga. Logo, dei uma banda, joguei sinuca, depois fiquei rateando na frente do outro Beco, Cabaret do Beco. Enquanto a fila não andava no Cabaret, tive a oportunidade de encontrar quatro amigas humanas, Bê, Tânia, Alice e Linda. Fomos a um boteco chamado Bambu's, que deve significar dos bambas em inglês. Pensei que eu estivesse em Camden Town! Lastimo que a diversidade que me fascinou também representava uma trincheira entre tribos - afaste-se de mim, não sou um igual - parecia ser a sentença das pessoas.
Ah, sim, fui deveras molestado... francamente, seres humanos, meu! Talvez uma vaga dentro de uma jaula no Pampa Safari fosse menos ultrajante. Puxaram meu pêlo, beliscaram minha face, uns caras tri atrevidos arrancaram o boné que ganhei de uns amigos - Ainda orangotangos estampado em vermelho! Tive que revidar, e arranquei a toca de lã que o metaleiro usava, hehehe! Uma guria louca (menor delinqüente) queria puxar a minha pele como se eu estivesse com máscara - tri estúpida!
Entrei no Cabaret do Beco e dancei hits dos anos 90. Fiquei na cabiine dos DJs, gente fina eles! Uma galera perguntou se eu aceitava tirar fotos com eles - claro!
Terminei minha noite na Balonê, conheci a door woman, que tem um nome tóxico - Cicuta - e fui coversar com as DJs, Taís Scherer e Adriana Banana. Elas me convidaram para outras festas e descobri que o meu aniversário coincide com o aniversário da Balonê, genial!
Conclusão do relatório da noite porto-alegrense:
Não pude me certificar totalmente se o som e a gente eram mesmo legais, se a ceva era barata (não tomo cerveja)... Percebi, sozinho pelas ruas, tipo assim, que as pessoas são mesmo a fudê, loucas e super chapadas - do caralho! Elas adoram beber, falar e tomar Beatles com Sid Barret... é fácil encontrar um lugar legal pra dançar e escabelar a macaca - desde que tenha humanos!
P.s.: quando um humano macho diz: tenho uma banana guardada aqui pra ti - o que quer dizer exatamente? Muitos humanos machos afirmaram isso, com pequenas variações da frase. Quem puder, me esclareça, por favor!
2 comments:
Ai, to louca pra te pegar na night e te explicar pessoalmente o esquema da banana. beijos, gatin...digo, orangotanguinho!
Cara, foi muito engraçado esse primata por entre a gurizada lá no Cabaret do Beco! HAHAH
Eu não fiz a piada da banana, só devo ter saído numa foto simulando um soco no nosso amigo Macaco, mas era tudo brincadeira.
Post a Comment